quinta-feira, 11 de dezembro de 2008

Mar de solidão. . .



A um tempo acreditada nas pessoas , no amor verdadeiro e eterno, acreditava que uma pessoa faz juras de amor se seria para sempre ... hoje não sonho mais não acredito e não vivo ..
o amor o que fez de mim... no que me tornei ... será que um dia amarei ... ou será que um dia alguem me amou ... sei que vivi intensamente um amor acreditei que seria para sempre ... a morte ronda minha solidão e sei que morrer é a vitoria de quem teve o privilegio de se dar por um amor. . . e um conforto para os não correspondidos ... que o mar me leve e a sombra da escuridão me de paz . . .




Eu ainda consigo...
Estou aqui nesta solidão em cima de um tumulo como devem estar os que habitam este sepulcro.
Olho para o retrato e me vejo...
Tudo polida, triste e sem vida
De luto, talvez sem futuro.
Seguro em minha muito uma rosa que representa minha dor
A cor do sangue q derramo enquanto sofro.
Sinto uma grande melancolia me invadindo, choro extravasando meu pesar.
Tudo tudoo calmo que consigo ouvir as batidas intensas do meu coração.
Neste tumulo as flores já secaram, ninguem se lembrou d rega-las
As velas se apagaram, ninguém se lembrou de reacenda-las
Esqueceram para sempre esta alma solitaria
Esqueceram para sempre a mim...

Solidao




"Deus costuma usar a solidao para nos ensinar sobre a convivencia.
As vezes, usa a raiva, para que possamos compreender o infinito valor da paz.
Outras vezes usa o tédio, quando quer nos mostrar a importância da aventura e do abandono. Deus costuma usar o sil?ncio para nos ensinar sobre a responsabilidade do que dizemos. As vezes usa o cansaço, para que possamos compreender o valor do despertar. Outras vezes usa doença, quando quer nos mostrar a importância da saúde. Deus costuma usar o fogo para nos ensinar sobre água. As vezes, usa a terra, para que possamos compreender o valor do ar. Outras vezes usa a morte, quando quer nos mostrar a importância da vida".

Fernando Pessoa

quarta-feira, 10 de dezembro de 2008

terça-feira, 9 de dezembro de 2008

Despedida - I

Existem tipos de despedida. Sei disso. Já me despedi várias vezes de várias formas, de várias pessoas.
Despedidas simples, complexas, extensas, rápidas, ultra-rápidas, demoradíssimas...
Despedidas....
De todo jeito dói.
Dói quando menos esperamos; é como uma flechada na garganta, uma punhalada nas costas, uma dor de cabeça latejante...
A despedida mais dolorida é a de saber que não possue.
É de estar perto e saber-se despedido...
É de ler um artigo duro e ter que concordar com ele.
É ouvir de sua amiga verdades que nunca se quis entender.
É estar confusa consigo mesma e achar que está louca. Isto é despedida.
Despedida não vem com manual de instruções.
Ela vem e te corrói e você só percebe quando está sozinha com seus pensares.
Procuro me encaixar numa despedida leve mas não tem jeito.
Ela é cruel. Vem e pronto.
E, ou você se adapta a ela, ou sofre calada para sempre em seu canto......................................
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"Despedir-se de um amor é despedir-se de si mesmo. É o arremate de uma história que terminou, externamente, sem nossa concordância, mas que precisa também sair de dentro da gente."