terça-feira, 6 de janeiro de 2009

A morte. . do amor. . .


Deitado no cemiterio
meu corpo decompoe-se
minha alma a noite vaga por ali
procurando por ti.

Sempre sonhei
Com seu corpo macio
Você nunca me amou
minha vida se acabou.

Uma vez mais
estais longe de mim
estou sem paz
perambulando por este cemiterio sem fim.

Porem começa a amanhecer
Ja não posso vagar por dentre os tumulos
Meu coração arde, meus olhos queimam
Nossas almas já não se amam.

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